Essa sou eu, lendo o Pequeno Príncipe procurando respostas na calada da noite, quando todos estão deitados, repousando em suas camas...Delirando em sonhos que talvez nem ao menos se lembrarão quando abrirem os olhos.
Essa sou eu, escrevendo após tempos sem o fazer, inspirada por algo desconhecido, alguém distante que mesmo assim, longe, está comigo a cada vez que abro meus olhos para que um novo dia me desafie em transformá-lo em uma aventura, a qual valha realmente a pena ser contada, ser registrada aqui, para que daqui anos eu releia com ternura e relembre com saudades.
Essa sou eu, eternizando aqui as falas de uma Raposa: " - Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros
garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de
mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas,
se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no
mundo. E eu serei para ti única no mundo..."
" - A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!"
" - A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!"
" -Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde,
desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais
eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei
o preço da felicidade!"
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